domingo, 17 de julho de 2011

SAIBA QUAL A FUNÇÃO DE CADA ATLETA EM CAMPO



Ei atleta, voce sabe qual a sua função dentro de campo no futebol?


Então leia e preste bem atenção, pois cada posição, exige uma função, saibam quais são as funções e tentem melhorar ainda mais.

A posição de goleiro é óbvia, não precisa detalhar.

Líbero: É o último zagueiro a impedir o atacante de fazer o gol. O líbero geralmente fica mais atrás que os outros zagueiros, nunca avança, pois deve fechar a defesa, para sua equipe se livrar de contra-ataques do adversário. Contudo, em alguns casos também é comum a participação do líbero como o zagueiro a frente da defesa.

Zagueiro central: É o jogador que ocupa a posição entre a linha média e o gol. É a principal posição da linha de defesa.

Quarto zagueiro: A principal função do quarto zagueiro é marcar os atacantes, evitando que estes criem possibilidades de gol.

Lateral:Os laterais ocupam a linha de defesa, juntamente com os zagueiros.
os laterais têm o dever apoiar nas jogadas de ataque, ocupando a região lateral do campo e jogando bolas cruzadas (altas ou baixas) para a área adversária ou iniciando jogadas de ataque pelos lados vindo de trás.
Freqüentemente, quando um lateral avança, o outro compõe a linha de defesa com os zagueiros. Se ambos avançarem, é provável que o volante acompanhe os zagueiros atrás.

Ala: Este jogador tem a função de compôr a lateral a partir do meio-campo, diminuindo sua preocupação com a marcação.

Primeiro e segundo volantes: Primeiro volante é a posição do futebol, onde o jogador atua à frente dos zagueiros, protegendo a entrada da área e fazendo a ligação entre a defesa e o meio-campo. Normalmente seu trabalho principal é o da marcação.
Ex: Gilberto Silva, Dunga, Josué.
O segundo volante, funciona como a responsável pela marcação dos meias-de-ligação do adversário, anulando as jogadas ofensivas contra sua equipe, e como um distribuidor do jogo de contra-ataque. Deve ser um jogador com boa capacidade de marcação mas com algumas qualidades ofensivas, para partir para o contra-ataque.
Ex: Hernanes, Anderson, Lucas.

Meia e meia atacante: O meia, armador ou apoiador, também conhecidos como meia-armador ou meia-de-ligação, é o jogador de futebol que atua principalmente na zona do meio-de-campo, entre a defesa e o ataque, e cuja função é criar as jogadas de ataque. Os meias são os responsáveis pela criação das jogadas. Atuando a partir do campo do adversário pelos lados direito, esquerdo ou mesmo pelo centro, estes atletas muitas vezes são os detentores de maior técnica e habilidade e dão passes para a conclusão dos atacantes. Metaforicamente, são o cérebro dos times.

Ponta direita e ponta esquerda: O jogador que desempenha esta função atua como um atacante pelos lados do campo, normalmente perto da região do escanteio. Modernamente, os antigos pontas tornaram-se meias-armadores, que passavam a atuar pelo meio-de-campo. Outro tipo de jogador que desempenha atualmente a função do ponta é o ala, porém, com menor ímpeto ofensivo.

Centroavante: É o atacante responsável por ser a referência no ataque, se colocando dentro da área, sendo responsável pelas finalizações, geralmente jogando entre os zagueiros.As características necessárias para se tornar um centroavante são a boa presença de área, o oportunismo, a precisão nos chutes e, também, o bom cabeceio. Muitas vezes, o centroavante não possui muita habilidade, tendo a função apenas de fazer gols.

No esquema 3-5-2, quando uma equipe utiliza três zagueiros, tem-se o terceiro zagueiro pelo centro como líbero e libera-se os laterais mais para frente, tornando-os alas. Nesse esquema pode-se utilizar um terceiro volante, em vez de um zagueiro.

Autor: Jairan Ribeiro

Seleção Brasileira encara o Paraguai em La Plata

Após mau futebol no empate por 2 a 2 com os guaranis, na primeira fase, Seleção quer mostrar quem é. Tropeço da Argentina serve de alerta.

Chegou a hora de a Seleção mostrar ao Paraguai o verdadeiro futebol brasileiro. Neste domingo, às 16h (de Brasília), o time canarinho vai reencontrar os rivais, em La Plata, pelas quartas de final da Copa América. Na fase de classificação, péssima atuação dos comandados de Mano Menezes e empate por 2 a 2, com um gol de Fred aos 44 minutos do segundo tempo. Agora é para valer e o momento é de mostrar o peso da amarelinha. Perdeu, volta para casa.
- Depois da vitória sobre o Equador estamos mais confiantes. Mas sabemos que o jogo é difícil. Temos condição de ser campeões - afirmou Robinho, mostrando que o espírito do grupo brasileiro é outro após o triunfo por 4 a 2 no último jogo da primeira fase.
No confronto diante dos paraguaios, a Seleção entra vacinada. Após jogar mal na primeira fase, o Brasil não quer repetir o fiasco da Argentina, que acabou eliminada nas quartas de final pelo Uruguai ao perder por 5 a 4, nos pênaltis, após empate no tempo normal.
Porém, uma curiosidade marca os dois times. Nas duas últimas Copas do Mundo, tanto brasileiros como argentinos foram eliminados nas quartas de final do torneio e sempre após um tropeço anterior do rival.
Em 2006, a Argentina foi eliminada pela Alemanha nos pênaltis após empate por 1 a 1 no tempo normal. No dia seguinte, o Brasil perdeu para a França por 1 a 0, com um gol de Henry. Quatro anos depois, a cena se repetiu. A Seleção caiu para a Holanda após derrota por 2 a 1. Vinte e  quatro horas depois, os hermanos foram humilhados pela mesma Alemanha, na África do Sul, ao serem goleados por 4 a 0. O goleiro Julio César comentou a situação.
- Temos que fazer o nosso papel e não pensar no que aconteceu com a Argentina. Temos que vencer o Paraguai para seguir sonhando com o tricampeonato - disse o goleiro.
A Seleção Brasileira que enfrenta o Paraguai neste domingo deve ser a mesma que iniciou a vitória por 4 a 2 sobre o Equador, com Maicon na lateral direita e Robinho compondo o trio de ataque ao lado de Neymar e Alexandre Pato. A única dúvida de Mano Menezes é com relação ao zagueiro Thiago Silva, poupado dos treinamentos.
O camisa 4 do Brasil sentiu dores musculares na coxa direita e ficou fora da atividade da última sexta-feira. No sábado também foi poupado do trabalho no campo, mas o médico Rodrigo Lasmar informou que a evolução do zagueiro foi boa de um dia para o outro e que a tendência é que seja liberado para a partida.
Da vitória contra o Equador até o duelo desta tarde, pelas quartas de final, Mano Menezes teve pouco tempo para trabalhar a equipe. Mas em suas coletivas após o fim da primeira fase, o treinador elogiou a evolução do time, especialmente na criação de jogadas. A aposta continua sendo no maestro Paulo Henrique Ganso.


Autor de um dos gols do empate por 2 a 2 com o Brasil, na fase de classificação do Grupo B, o atacante Roque Santa Cruz é dúvida para o confronto deste domingo. Com um problema na panturrilha direita, o jogador não participou do treino do último sábado e será reavaliado momentos antes da partida para saber se terá ou não condições de participar do duelo.
Caso seja vetado pelo departamento médico, Santa Cruz será substituído por Haedo Valdez, artilheiro do Paraguai na Copa América, com dois gols. O dado curioso do confronto fica por conta da amizade dos técnicos Gerardo Martino e Mano Menezes. Na época em que comandavam clubes, os dois trocavam ideias dos rivais em competições internacionais.

URUGUAI ELIMINA ARGENTINA DA COPA AMÉRICA NOS PÊNALTIS


Maracanazo’, ‘Elefantazo’... Uruguaios pedem que 16 de julho vire feriado. Loco Abreu e Castillo se empolgam com mais um triunfo da Celeste na data histórica. Lugano mantém os pés no chão, e Cáceres pede foco na semifinal

O dia 16 de julho é uma data marcante para o futebol uruguaio. Em 1950, a Celeste levou seu último título mundial diante do Brasil no fatídico “Maracanazo”. 61 anos depois, o Uruguai conseguiu um novo grande feito ao eliminar a Argentina da Copa América na também na casa adversária. O episódio, dessa vez, já é chamado de “Elefantazo” devido ao apelido do estádio de Santa Fé, local da partida, ser chamado de “Cemitério dos Elefantes”
Por tudo isso, seria então a hora de transformar a data em feriado nacional no país?
- Pode ser... É uma data muito importante para a gente, né? Foi uma honra ganhar de novo nesta data importante para o Uruguai e novamente fora de casa – afirmou o goleiro Castillo, ex-Botafogo.

Atleta do clube carioca, o veterano Loco Abreu, que completou 15 anos de seleção uruguaia, também pediu que o 16 de julho vire feriado.
- Acho que a partir de hoje tem que ser sim – disse o rouco atacante que, se não participou dentro de campo do triunfo nos pênaltis diante dos hermanos, gritou bastante fora dele.
Lugano com os pés no chão
Mais contido, o capitão Lugano concordou com os companheiros, mas fez uma ressalva.
- Talvez daqui a um tempo pode ser que esse 16 de julho seja feriado, mas só se o Uruguai for campeão. Se não, não adianta nada porque esse jogo foi válido apenas pelas quartas de final – observou.
O lateral-esquerdo Cáceres, responsável pela última cobrança na série de pênaltis que garantiu a classificação uruguaia às semifinais, lembrou que o time deve se focar no próximo rival: a seleção peruana.
- Estamos muito contentes por ganhar da Argentina em um estádio lotado. Na verdade nunca havia batido um pênalti tão importante. Decidi (como cobrar) no momento em que fui para a bola e, bom, dei sorte. Estou contente por meus companheiros e também pelos compatriotas que estão no Uruguai. Mas vamos desfrutar só um pouco porque já temos um jogo muito importante contra o Peru – observou, referindo-se ao duelo da próxima terça-feira, em La Plata.

sábado, 16 de julho de 2011

Na véspera da partida decisiva contra Paraguai, Seleção treina pênaltis

treino seleção brasileira robinho (Foto: Mowa Press)

Longe das câmeras, jogadores trabalham as cobranças durante o treino recreativo deste sábado, em Campana. Neymar depois fica batendo faltas.

A Seleção Brasileira treinou penalidades neste sábado, em Campana, na véspera da partida decisiva contra o Paraguai pelas quartas de final da Copa América. Os jogadores bateram longe das câmeras, do outro lado do campo, enquanto o treino recreativo acontecia. Se o duelo deste domingo, às 16h, em La Plata terminar empatado, a partida vai para a prorrogação em dois tempos de 15 minutos. Permanecendo a igualdade, a vaga para a semifinal vai ser decidida nas cobranças de pênaltis.
David Luiz, Ramires, Elias, Fred, André Santos, Lucas Leiva, Robinho, Luisão, Lúcio, Elano, Paulo Henrique Ganso, Jádson, Adriano, Neymar, Alexandre Pato e Daniel Alves treinaram pênaltis. Cada jogador batia três vezes contra Julio César e Jefferson. Quem errava, o técnico Mano Menezes mandava cobrar mais uma vez.
Atletas da Seleção no treino antes do duelo contra o Paraguai (Foto: Mowa Press)
Thiago Silva não participou da atividade e segue em dúvida. Luisão e David Luiz são as opções caso o zagueiro seja barrado. Após um leve treino físico, os jogadores disputaram um animado recreativo. O time de Fred e Neymar bateu, pela quarta vez seguida, o de Alexandre Pato e Robinho. O que gerou, lógico, muitas brincadeiras. Principalmente na hora da tradicional foto dos vencedores.
Durante a atividade, muita animação entre os jogadores.
- Pode mandar! Se eu perder para o Lucas que eu largo tudo - gritou Fred, que era marcado pelo meia na área.
Mesmo diante da goleada do rival, Robinho não perdeu o bom humor.
- Pato. Quer lançar de três dedos? Vai lançar um CD então, pô - gritou Robinho brincando com o atacante após um passe errado.
Após o recreativo, Neymar, Elano, Ganso, Alexandre Pato e André Santos ficaram treinando faltas em Victor e Julio César. Já Jadson ficou chutando contra o gol de Jefferson. O confronto entre Brasil e Paraguai será transmitido ao vivo pela TV Globo, Sportv e GLOBOESPORTE.COM. O site também acompanha em Tempo Real.

Agora rindo, Robinho diz: ‘Jogador feliz no banco não merece a Seleção’

Atacante do Milan fechou a cara quando foi reserva com o Paraguai, mas voltou a ficar alegre com retorno do bom futebol e da titularidade com Mano

Quando perdeu lugar no time e foi reserva na partida contra o Paraguai, na primeira fase da Copa América, Robinho não escondeu sua insatisfação. Fechou a cara e se negou a dar entrevistas após o empate por 2 a 2. De cabelo novo e sorrindo com o retorno à equipe titular contra o Equador, o atacante se explicou.
E não adotou discurso politicamente correto. Confirmou que estava chateado, sim, com a reserva e que esse tem de ser o sentimento de todos que ficam no banco.
- Eu fiquei de cara feia porque não gosto de ficar no banco de reservas. E jogador que está na Seleção Brasileira e fica feliz no banco não merece estar na Seleção – declarou o atacante do Milan, que não balança as redes há mais de um ano, quando marcou na derrota por 2 a 1 para a Holanda, nas quartas de final da Copa de 2010.
Com um gol mal anulado e uma bola na trave na vitória por 4 a 2 sobre o Equador, Robinho diz não estar incomodado com o jejum. Sabe que seria importante acabar com ele, mas não vê isso como prioridade. Sua meta é continuar com atuações boas para não ser reserva mais uma vez nesta Copa América.
Eu fiquei de cara feia porque não gosto de ficar no banco de reservas. E jogador que está na Seleção Brasileira e fica feliz no banco não merece estar na Seleção"
Robinho
- Não fico incomodado de não fazer gol. Fico incomodado de não jogar bem. Jogando bem o gol vai sair com naturalidade, na hora certa – disse o atacante.
Sob o comando de Mano Menezes, Robinho tem formado um trio ofensivo com Neymar e Alexandre Pato. Consequentemente, ele tem ficado mais longe da área, ajudando na marcação e também na criação de jogadas. Acredita até que isso tenha influência direta na sua falta de gols pela Seleção Brasileira.
- Pode ser que a minha nova função, mais distante do gol, esteja dificultando. Mas o importante é jogar bem. E independentemente do posicionamento em campo, o que eu quero é ser titular – finalizou o jogador do Milan.
A partida entre Brasil e Paraguai, pelas quartas de final da Copa América, neste domingo, às 16h, em La Plata, terá transmissão ao vivo da TV Globo, do Sportv e do GLOBOESPORTE.COM. O site também acompanha o jogo em Tempo Real.
 

TURMA DO CHAVES, VEJA A HISTÓRIA DE CADA PERSONAGEM


Você não gosta de Chaves? Nunca deu umas boas risadas assistindo as bobeiras do Kiko, Chiquinha e Chaves? Ah! Então definitivamente você não foi criança ou é de outro planeta.
Com um humor puro, totalmente inocente (diferente dos programas de humor de hoje em dia que apelam para o lado sexual com mulheres “gostosas”) A turma do Chaves e do Chapolin Colorado nos trazem alegria, mesmo sendo repetido todos esses anos pelo SBT. É praticamente impossível não rir com as burrices do Kiko e as “caras e bocas” do Seu Madruga.
Confiram esta pesquisa que fiz sobre o paradeiro destes saudosos atores:






Roberto Gómez Bolaños (Chaves)



Você sabe quem é Roberto Gómez Bolaños? Caso não saiba, ele foi o intéprete dos personagens Chaves e Chapolin, além de ser a mente criativa por trás das séries.
Chespirito, o Chaves
Roberto aos dois anos de idade
Roberto nasceu no dia 21 de fevereiro de 1929, na cidade do México. É o segundo dos três filhos de Elsa Bolaños Cacho e Francisco Gómez Liñares.
A vida de Gómez Bolaños sempre esteve ligada ao mundo dos espetáculos e a vida pública em geral, pois seu pai foi pintor e ilustrador de diversos jornais de sua época. Gómez Liñares também foi o retratista mais cotado do princípio do século XX.
A mãe de Roberto Gómez Bolaños ficou viúva aos 32 anos. Isso fez com que o pequeno Roberto perdesse um ano na escola.
Apesar da dificuldade econômica que a família passou, Gómez Bolaños foi uma criança muito feliz, segundo conta o próprio: "minha mãe era tão sensacional que nunca me dei conta que estávamos pobres. Nunca teve condição de me comprar uma bicicleta, um brinquedo moderno, porém nunca me faltou uma pelota. Fui super feliz. Ela se matou trabalhando e isso eu só me dei conta depois".
Roberto estudou Engenharia Elétrica, mas nunca exerceu essa profissão. Seu primeiro trabalhou foi ser redator publicitário, para a agência D'Arcy, quando tinha 22 anos.
Chespirito, o Chaves Na década de 50, Roberto destacou-se como roteirista de programa de rádios, televisão e cinema. Por cerca de dez anos foi o responsável pelo conteúdo do programa semanal "Cómicos y Canciones", que fez um estrondoso sucesso nessa época.
No período de 1960 e 1965, dois programas disputavam o primeiro e o segundo lugar na audiência da televisão mexicana e, ambos, eram de sua autoria: "El estudio de Pedro Vargas" e o já mencionado "Cómicos y Canciones".
Em 1966, Mario Moreno "Cantinflas" elegeu os roteiros de Bolaños para uma série que se chamaria "El Estudio de Cantinflas", porém o patrocinador cancelou o projeto. Mas, Cantinflas tinha gostado muito dos textos escritos por Chespirito (Roberto Bolaños ganhou este apelido do diretor de cinema Augustín Delgado, quando trabalhava no rádio, ele foi comparado a Shakespeare por seus roteiros).
No final do ano de 1968, Chepirito foi contratado pela emissora TIM (Televisão Independente do México) com a oferta de usar um espaço de meia-hora em cada sábado, pela tarde. Desta maneira, nasceram séries como "Los supergenios de la Mesa Cuadrada" e "El Ciudadano Gómez". Nascia, simultaneamente, a carreira de ator para Roberto.
Chespirito, o Chaves  
Chaves: o menino órfão, de oito anos  
Sua carreira como ator se consolidou em 1970, quando a TV TIM estendeu o tempo de transmissão para uma hora, então, a série passou a se chamar "Chespirito", onde eram incluídos diferentes sketches de humor criadas pelo próprio Roberto Gómez Bolaños. Nesta época, os mexicanos viriam a conhecer o personagem Chapolin Colorado e, um ano mais tarde, a vila do Chaves. Tal foi o sucesso que estes dois quadros tiveram, que a emissora decidiu dar-lhes características de seriado com um dia da semana para cada um.
Em 1973, os humorísticos Chaves e Chapolin Colorado eram exibidos, com sucesso, em quase todos os países da América Latina.
Chespirito atuou, escreveu, dirigiu e produziu cinco filmes: “El Chanfles” (1978), “El Chanfle II” (1980), “Don Raton y Don Rateiro” (1983), “Charrito” (1985) e “Musicas de Vienta) (1989).
Roberto tem em seu acervo teatral cerca de seis obras. A de maior sucesso, “11 y 12”, estreou em 1992 e manteve-se por mais de oito anos em cartaz.
  Chespirito, o Chaves
  O mestre do riso chorou na homenagem feita pela Televisa a ele, em 2000
Em 2000, a emissora Televisa, do México, dedicou um dia inteiro, no Canal 2, “El Canal de las Estrellas”, para homenagear Roberto Gómez Bolaños “Chespirito”. Na homenagem, amigos pessoais, celebridades internacionais e intelectuais falaram de sua admiração pelo comediante e, todos, coincidiram que ele é inigualável. Um dos momentos mais emocionante ocorreu quando Carlos Villagrán, intérprete do Quico, que estava na platéia, subiu ao palco e abraçou Roberto. Ambos, não viam-se há mais de 20 anos.
No dia 19 de novembro de 2004, Chespirito e Florinda Meza, intérprete da personagem Dona Florinda, se casam, após mais de 25 anos de união “não-oficial”. Na época, o comediante tinha 75 anos. O casamento ocorreu na Cidade do México.
Atualmente, Roberto Bolaños vive com a sua esposa, Florinda, no México. Bolaños é pai de seis filhos, fruto do seu primeiro casamento – ele se casou duas vezes.


Florinda Meza Garcia (Dona Florinda e Pópis)


A personagem mais popular de sua carreira como atriz é a rabujenta Dona Florinda. Até onde se sabe, Florinda Meza é uma pessoal muito discreta.
Florinda Meza García nasceu no dia 8 de fevereiro de 1948, na cidade do México.
Chimoltrufia, personagem interpretada por Meza no seriado Chaveco  
Chimoltrufia, personagem interpretada por Meza no seriado Chaveco  
É a atriz símbolo de todas as principais produções de Roberto Gómez Bolaños. Florinda Meza sempre se destacou por seus excelentes dotes como atriz e por sua grande versatilidade ao encarnar personagens tão diferentes ao longo de sua trajetória artística.
Roberto Gómez Bolaños "Chespirito" a conheceu através de um monitor, gravando em um estúdio; se deu conta que se tratava de uma atriz com potência, e a chamou para trabalhar junto a ele. Seu primeiro trabalho, junto com Roberto, foi em uma sketh chamada "Don Juan Tenorio".
Obteve sua maior popularidade interpretando durante anos a personagem Dona Florinda, do seriado Chaves. Até hoje é difícil compreender como uma pessoal com um rosto tão angelical, pode ser capaz de dar vida a uma personagem tão dura e cruel algumas vezes.
Trabalhou, também, no seriado Chapolin Colorado, onde, na maioria das vezes, fazia o papel de mocinha da história.
Em 1978, Florinda e Roberto começam a namorar “oficialmente”, depois de uma viagem que fizeram ao Chile.
No programa Chespirito, (aqui no Brasil extituído Clube do Chaves) ela interpretou, no quadro "Los Caquitos", (Chaveco) a personagem Chimoltrúfia, uma caipira mexicana, grosseira, que anda toda mau vestida e descabelada - muito diferente da sua intérprete. Como um presente de marido, Bolaños passou a ela os direitos sobre essa personagem.
Produziu, junto com Chespirito, a obra teatral "11 y 12", onde ambos atuaram.
Além da qualidade indiscutível como atriz, Florinda ainda é diretora, produtora, escritora e ainda dança e canta muito bem - tão bem que pode cantar até opera, segundo Roberto Gómez.
Como produtora, Florinda Meza produzia na Televisa as novelas "María de nadie" (1985), "Milagro y Magia" (1991 ,também atuou), "La Dueña" (1995. Foi refilmada e exibida no Brasil pelo SBT com o nome de Amor e ódio, em 2001 ) e "Alguna Vez tendremos alas" (1997).
Florinda Meza, a Dona Florinda Um fato bastante curioso na vida da atriz, foi o pequeno romance que ela teve com o ator Carlos Villagrán (intérprete do Quico, no Chaves). Dizem até, que, um dos motivos que mantiveram afastado por mais de 20 anos Carlos Villagrán e Bolaños, foi justamente o ciúmes de alguma dessas duas partes.
Participou, junto com Chespirito, da campanha que elegeu Vicente Fox á presidência do México.
Hoje, Florinda Meza vive no México com seu marido, Roberto Gómez Bolaño.


Carlos Villagrán Eslava (Kiko)

Este é o intérprete do personagem Quico. Vamos conhecê-lo melhor.
Carlos Villagrán, o Quico Carlos Villagrán nasceu no dia 12 de janeiro de 1944, na Colônia Nativista, em Queretaro, México. Veio de uma família muito pobre, segundo conta o próprio Villagrán: "Éramos tão pobres, que os pobres não se misturavam conosco, por sermos pobres".
Na casa onde Carlos Villagrán viveu com seus pais e seus irmãos (duas irmãs mais novas e um irmão mais velho) era tão humilde que não tinha nem colchão para dormir. Por atravessar tais dificuldades, teve que começar a trabalhar muito cedo, ainda na infância.
Aos 23 anos, começou a trabalhar com a fotografia profissional. Chegou a trabalhar em alguns dos jornais mais bem conceituados do México. Mas, seu sonho, mesmo, era ser apenas duas coisas: ou comediante ou jogador de futebol.
O convite para trabalhar junto a Chespirito e todo o elenco das séries, veio graças a Rubéns Aguirre (Prof. Girafales); este apresentou Carlos para Roberto Bolaños, que já o havia visto em cena em uma obra teatral.
Carlos Villagrán, o Quico Segundo conta Villagrán, o personagem Quico surgiu da seguinte forma: no final do anos 60, antes de surgir o seriado Chaves, Carlos Villagrán atuava em uma peça de teatro, onde ele já se caracterizava com roupa de marinheiro e com bochechas inchadas, igual ao Quico. Já a versão de Chespirito é a seguinte: Villagrán arrumou uma roupinha de marinheiro, só que Chespirito achou que ele de marinheiro, com o rosto que é visto nos episódios do Chapolin – sem bochechas infladas -, se parecia muito com um personagem de um programa infantil da tevê mexicana, o Chabelo, então, Chespirito inventou que ele seria um menino bochechudo.
Muitos têm a curiosidade de saber o que o intérprete do personagem mais tonto da vila usa, para ficar com aquelas bochechas infladas. Na verdade, ele não usa nada em suas bochechas: Carlos Villagrán é portador de uma doença rara nos músculos do seu rosto, assim Villagrán consegue deixar suas bochechas duras. E o resultado disso é que parece que ele está falando com as bochechas infladas.
Na época em que o seriado Chaves estava em seu auge no México, a EMI Capitol aproveitou o destaque que o personagem Quico tinha na série e chamou Villagrán para gravar um disco, onde se incluíam dez músicas. Isso ocorrera, precisamente, em 1976.
No final de 1978, Carlos Villagrán decidi sair do elenco do Chaves para estrear um programa solo na Venezuela, que se chamou "Frederico". Segundo Villagrán, ele deixou a série Chaves, pois o seu personagem estava ficando mais popular que o próprio Chaves, e isso incomodava Roberto Gómez Bolaños "Chespirito". Além do programa "Frederico", Carlos ainda fez outros programas com o personagem Kiko (com "K", pois os direitos sobre Quico com "Q" é de Roberto): "Niño de papel", "El Circo de Moisier Cachetón" e "Kiko Botones".
Carlos Villagrán, o Quico No dia 1° de abril de 2000, Carlos Villagrán participou da homenagem a Chespirito, promovida por Roberto Gómez Fernadez, filho de Chespirito. Essa homenagem se realizou num canal da TV Televisa, e foi marcado pelo reencontro de Roberto Gómez Bolaños "Chespirito" e Carlos Villagrán, que não se falavam há mais de 20 anos. As más línguas dizem que ele cobrou para participar da homenagem.
Atualmente, Carlos vive na Argentina, com sua esposa, com quem teve seis filhos: Paula, Sylvia, Samantha, Edson, Gustavo e Vanessa. Tem ainda um circo chamado "El Circo de Kiko", que, inclusive, já veio ao Brasil, em meados da década de 90.




Edgar Vivar (Seu Barriga e Nhonho)

Médico de profissão e ator por maioria de votos. É assim que o intérprete do popular personagem Seu Barriga define-se.
Edgar, o Seu Barriga Edgar Vivar, nasceu no dia 28 de dezembro de 1947, na Cidade do México. É médico de formação, porém tal profissão ele só exerceu por um período aproximado de dois anos. Não seguiu a carreira de medicina, porque no período em que passou atendendo, notou que as pessoas estavam virando apenas números e o atendimento estava se desumanizando.
Iniciou sua carreira como ator no Centro Universitário de Teatro, em 1964 e participou de cerca de 40 obras.
No ano de 1970, quando realizava rádio-teatro, foi chamado por Roberto Gómez Bolaños "Chespirito" para fazer parte dos seus programas cômicos. Nesse mesmo ano, começava a ganhar vida o seriado Chapolin Colorado, que, nessa época, nada mais era do que um quadro do programa "Chespirito".
O seriado Chaves foi o auge de sua carreira. No humorístico em questão, interpretou os famosíssimos personagens Nhonho e o imortal dono da vila do Chaves, o Sr. Barriga.
Edgar, o Seu Barriga No inicio dos anos 90, Edgar Vivar deixou o programa "Chespirito" (Clube do Chaves) devido a problemas pulmonares, causados por um problema glandular que fazia ele ganhar muito peso. Graças ao tratamento médico contínuo, emagreceu mais de 50 quilos em um espaço de um ano.
No teatro Edgar Vivar atuou "Marcelino pan y vino" e "En Roma el amor es broma". Depois, participou da zarzuela Luisa Fernanda. Para quem não sabe, zarzuela é uma obra musical e dramática especificamente espanhola, com declamação e canto. Com esta zarzuela Edgar Vivar fez uma turnê por Miami, Boston e outros lugares dos Estados Unidos.
Participou da telenovela "Alguna vez tendremos alas " produzida por Florinda Meza (Dona Florinda) em 1997.
No cinema participou de filmes como: "¿No Oyes Ladrar los Perros?", "En el Cine" , "El Chanfle", "El Chanfle 2", "Don Ratón y Don Ratero" e a produção estrangeira "In and Out".
Assim como a maioria dos ex-atores das séries, Edgar tinha um circo, que se chama"Circo de Noño y el Señor Barriga". Nas turnês que realizou com seu circo, fazia algo no mínimo curioso: interpretava o Nhonho e o Seu Barriga, e contracenava numa vila montada no próprio circo com atores covers.
Edgar, o Seu Barriga  
Vivar interpretando, pela última vez, o personagem Sr. Barriga  
Edgar Vivar despediu-se dos personagens Seu Barriga e Nhonho em 2002. Em um programa realizado na TVN do Chile, em 15 de setembro de 2002, o ator conversou com o apresentador do "De Pé a Pé", Pedro Carcuro, sobre a sua decisão de abandonar os personagens. Na opinião do ator, seus personagens já cumpriram um ciclo e os anos já lhe são um peso. Durante essa entrevista, Edgar participou de um episódio recriado, com outros atores interpretando os personagens Chaves, Chiquinha, Quico, Seu Madruga e Dona Florinda.
Atualmente, Edgar está co-dirigindo uma série de tevê argentina, com história de suspense. Tem dois filhos e é divorciado.




Rubén Aguirre Fuentes (Professor Girafales)

O intérprete do romântico Professor Girafales, nasceu no dia 15 de junho de 1934, em Saltilo, Coahuila, México. É o mais velho e o mais alto dos 6 filhos de Rubén Aguirre Flores.
Rubén, o Prof. Girafales Estudou em Saltilo até o segundo ano do primeiro grau. Foi viver junto com sua família em Torreón, Coahuila. Lá, ele completou o ensino fundamental na escola Centenario e o ensino médio no colégio Venustiano Carranza. Sempre foi considerado um aluno de ótimas notas, porém muito inquieto. Na faculdade, Aguirre estudou engenharia agrônoma.
Rubén começou a trabalhar muito cedo. Com pouca idade já havia trabalhado de tudo um pouco: já foi locutor de rádio e televisão, ventríloco, ator, narrador de touradas, toureiro, diretor de televisão.
Na cidade de Monterrey, Aguirre, trabalhou no Canal 6, como chefe de locutores e mão direita do gerente do canal. Nessa época, o canal tinha sido recém inaugurado e pouco a pouco começava a competir com o Tele Sistema Mexicano (canal mexicano mais importante nessa época).
Depois, os mesmos donos do Canal 6 abriram um outro canal, o Canal 8, e contrataram Rubén, não como locutor nem como ator, e sim como sub-gerente de produção.
Quando o canal entrou no ar, passou a trabalhar como executivo da empresa e, aos fins de semana, como ator, em um programa de sábado, criado por Roberto Gómez Bolaños "Chespirito", que se chamava "Chespiritotadas". O diretor do canal logo o impediu de desempenhar os dois trabalhos, alegando que, para a imagem da empresa, não ficava bem ter um executivo negociando durante a semana e um ator aos sábados. Para surpresa do próprio diretor do canal, Rubén escolheu ficar como ator e abrir mão do alto salário que recebia até então, como executivo da empresa.
A partir daí, começou a trabalhar com Roberto Gómez Bolaños em várias séries, como: "El Cidadano Gómez", "Los Super Genios de la Mesa Cuadrada", "El Chapulíl Colorado" (Chapolin Colorado) e "El Chavo del Ocho" (Chaves).
Rubén, o Prof. Girafales No seriado Chaves Aguirre conheceu o sucesso internacional, interpretando o altíssimo Professor Girafales, eterno pretendente da Dona Florinda.
Rubéns ainda atuou em quatro filmes de Chespirito: "El Chanfle", "El Chanfle 2", "Charrito", "Don Ratón y Ratiro".
Com o fim definitivo das gravações do Chaves, em 1993, Aguirre produziu no ano seguinte o programa "Aqui esta la Chilindrina". O programa teve como personagem central a esperta Chiquinha, interpretada por Maria Antonieta de las Nieve.
Desde de 1976, Rubén é proprietário de um circo: "El Circo del Professor Jirafales". Mas, nos últimos tempos, tem mantido-se afastado do seu público e deixado de fazer shows, pois sente muita vergonha do seu corpo. Atualmente, o ator que ficou conhecido interpretando o Professor Girafales está pesando mais do que pesava antes o próprio Seu Barriga. Aguirre engordou mais de 25 quilos devido ao uso de um medicamento para curar um problema que tinha na perna há alguns anos.
Hoje, Rubén Aguirre vive com sua esposa, Consuelo Aguirre, com quem teve 7 filhos.




Horacio Gómez Bolaños (Godinez)

Horácio Bolaños, irmão de Chaves - criador e intérprete dos personagens Chapolin e Chaves -, nasceu em 28 de julho de 1930, na Cidade do México. Era um dos três filhos de Elsa Bolaños Cacho Francisco Gómez Liñares.
  Horácio Bolaños o eterno Gódinez, do seriado Chaves
  Horácio Bolaños o eterno Gódinez, do seriado Chaves
Sua carreira como ator iniciou-se nos seriados humorísticos de seu irmão, no início de década de 70. Seu personagem mais famoso é, sem dúvida, o atrapalhado Godinez, da série Chaves. No Chapolin, Horácio encarnou alguns personagens marcantes, como o “clone” do Polegar Vermelho nos episódios “Festa à Fantasia” e “Acapulco.
Atuou, também, nos filmes “El Chanfle II” e “Charrito”, ambos produzidos por seu irmão.
No final de 1999, Horácio, então com 69 anos de idade, tinha que locomover-se apoiado a uma bengala, devido a uma fratura que sofrera no fêmur.
Em 21 de novembro de 1999, Horácio Gómez Bolaños morre devido a um enfarte.
Suas cinzas descansam na igreja Chestojobak, Lomas de Chapultepec.
Horácio faleceu de ataque cardíaco.





Angelines Fernandez Abad (Dona Clotilde, a Bruxa do 71)

Angelines, a Bruxa do 71 Angelines Fernández nasceu em 9 de julho de 1922, na cidade de Madri, Espanha.
Em 1947, tentou emigrar para o México, com o objetivo de fugir da ditadura que crescia na Espanha, mas não conseguiu ser refugiada. Acabou se estabelecendo em Cuba para regularizar a sua documentação, até que, em 1950, conseguiu se mudar definitivamente para o México.
Começou fazendo rádio-novelas e, ao mesmo tempo, teatro e cinema. Foi uma das pioneiras do cinema mexicano, atuando em filmes de Mario Moreno "Cantinflas" e Artur de Córdoba.
Se tornou famosa trabalhando com Roberto Gómez Bolaños "Chespirito" na série Chaves, onde interpretou por mais de 23 anos a personagem Dona Clotilde, a Bruxa do 71.
Participou de outras séries criadas por Chespirito, como Chapolin Colorado.
Ao longo de sua carreira como atriz, atuou em muitos filmes: "Misterios de la magia negra" (em 1957), "Mi niño, mi caballo y yo" (em 1958), "El esqueleto de la señora Morales" (em 1959), "El Padrecito" (em 1964), "Estrategia matrimonial" (em 1966), "Despedida de casada" (em 1967), "Corona de lágrimas" (em 1968), "Oye Salomé!" (em 1978), "El Chanfle" (em 1978), "El Chanfle 2" (em 1981), "Charrito" (em 1983), "Bella entre las flores" (em 1990).
Quando Ramón Valdez (intérprete do Seu Madruga) morreu, em 1988, Angelines Fernández foi uma das pessoas que mais sofreram. Eles eram velhos amigos. Já tinham trabalhado em alguns filmes juntos, ainda antes de integrarem o grupo de atores das séries de Roberto Gómez Bolaños. Foi graças a indicação de Ramón Valdez que Fenández passou a integrar o grupo de comediantes de Chespirito. A história é a seguinte: Angelines pediu a Ramón que perguntasse a Chespirito se ele não tinha nenhum papel para ela. Então, Chespirito a inseriu ao seu grupo de atores e criou, na série Chaves, a personagem Dona Clotilde.
Angelines, a Bruxa do 71 O maior êxito como atriz foi encarnar a personagem Dona Clotilde, cujo a característica principal era ser feia. Curiosamente, Angelines foi, em sua juventude, considerada uma das mulheres mais belas do México.
Paloma Fernández, filha única de Angelines Fernández, contou em entrevista que na vida real a sua mãe era vista realmente como uma "bruxa" pelas crianças e ela não gostava disso, ficava brava igual a Dona Clotilde.
Faleceu em 25 de março de 1994, aos 71 anos de idade, com câncer no pulmão, devido ao fumo em excesso. Seu corpo descansa em Mausoleos del Ángel, no México.



Raúl “Chato” Padilla (Jaiminho, o Carteiro)

No ano de 1918, no México, nascia o ator Raul Padilla.
  Raul deu vida ao personagem Jaiminho, do seriado Chaves
  Raul deu vida ao personagem Jaiminho, do seriado Chaves
Raul passou a integrar o grupo de atores dos seriados criados por Bolaños no final da década de 70. Interpretou, no humorístico Chaves, o personagem Jaiminho. Atuou, também, no Chapolin.
Participou em quatro filmes criados por Chespirito: “El Chanfle” – 1978 –, “El Chanfle II”, – 1980 – “Charrito” – 1985 – e “Don Raton y Don Ratero” – 1983.
Raul Padilla foi casado com Magda Guzman e teve, com ela, um filho chamado Rafael Padilla, que é ator.
Faleceu em 3 de fevereiro de 1994, devido a problema de saúde relacionados a diabete.



Maria Antonieta de Las Nieves (Chiquinha)

Maria Antonieta de las Nieve é um ícone da televisão mexicana. Isso graças ao grande êxito que obteve interpretando a personagem Chiquinha, no humorístico Chaves.
Maria Antonieta de las Nieve, nasceu no dia 22 de dezembro do ano de 1950, em Nayarit, México.
Maria Antonieta, a Chiquinha Iniciou-se no meio artístico muito cedo, aos 6 anos. Recebeu seu primeiro prêmio quando tinha 8 anos de idade, quando fazia a novela "La Leona". Maria interpretava uma menina má. Dois anos depois, mais um prêmio: atriz dramática infantil.
Começou a trabalhar ao lado de Roberto Gómez Bolaños "Chespirito", quando este procurava uma mulher jovem e baixa para uma comédia local. Quando Chespirito falou com Antonieta sobre a proposta, ela disse que não era atriz cômica e sim dramática, nada mais. Chespirito replicou dizendo: "Então não é uma boa atriz. Não há atores dramáticos ou cômicos. Há atores". Essas palavras fizeram Maria refletir, e aceitar a proposta.
O primeiro trabalho ao lado de Roberto Bolaños, foi no programa "Los Super Genios de la Mesa Cuadrada", em 1969. Nessa época, Maria Antonieta tinha apenas 18 para 19 anos.
Seu grande trabalho viria dois anos depois, quando ela começaria a interpretar, no seriado Chaves, a personagem Chiquinha - a personagem que viria também a consagrá-la a nível mundial.

No ano de 1974, Antonieta de las Nieve teve de se ausentar das gravações das séries por estar grávida. No seriado Chaves foi dada a desculpa de que a personagem Chiquinha havia ido morar na casa das suas tias do interior. No ano seguinte, a atriz regressa ao elenco comandado por Chespirito.
Maria Antonieta se casou por volta de 1972, com Gabriel Fernandez, requisitado produtor de televisão mexicana. Ele era quem locutava a abertura do seriado Chaves, dizendo: "Este é o programa número um da televisão humorística".
Maria Antonieta, a Chiquinha Chaves deixou de ser gravado definitivamente em 1993. E, no ano de 1994, Maria passou a fazer uma série, onde ela seguiu interpretando a personagem Chiquinha. O programa se chamou "Aqui esta la Chilindrina". Fazia parte do elenco o seu marido Gabriel Fernandez e a sua filha adotiva, Verónica Gómez Fernandez, a série era produzida por Ruben Aguirre (Professor Girafales). O programa teve apenas 17 episódios, mas, mesmo assim, foi reprisado durante cinco anos. Segundo Maria Antonieta, o seriado teve poucos episódios gravados porque Roberto Gómez Bolaños não deixou prosseguir com o programa. No entanto, ela notou que o registro da personagem não havia sido renovado por Chespirito desde 1982. Então, ela registrou em 1995 a personagem em seu nome.
O sucesso do seu programa lhe rendeu um filme chamado "La Chilindrina en Apuros", além de gravar nove CDs, voltados para o público infantil.
Em 2001, Maria ganhou sua primeira neta.
No ano de 2002, Maria Antonieta de las Nieve sofre um pré-infarto. Poucas semanas depois, já estava bem.
Assim como a maioria de seus ex-companheiros, Maria também era proprietária de um circo, onde se apresentava por toda a américa latina e EUA. Mas, no mês de julho de 2003 ela despediu-se da carreira circense na cidade de Toluca, no México.



Ramón Gómez Valdés (Seu Madruga)

O saudoso Ramón Valdez nasceu no ano de 1923, na Cidade do Méixico. Com 2 anos de vida, foi morar com seu pai na pequena cidade de Juarez, no México.
Ramón Valdez, o Seu Madruga Teve três esposas, uma delas era a cantora Aracely Julian, e aproximadamente 10 filhos.
As filhas Aracely, Gabriela, Carmen e Aracely Valdéz, contaram a um site mexicano como o pai era por trás das câmeras: um doce de pessoa. Sempre se vestiu de forma bem simples, igual ao Seu Madruga, e só usou smoking no casamento delas.
Antes de trabalhar com Roberto Gómez Bolaños "Chespirito", atuou em vários filmes junto com seus irmãos Manuel Valdés "El loco" e Gérman Valdés "El Tin Tan". Logo se vê que a veia artística era de família.
Ramón foi um veterano no cinema, trabalhou em quase 50 filmes, nos quais destacam-se "Calabacitas tiernas" (1948), "El rey del barrio" (1949), "Soy Charro de Levita" (1949), "La marca del Zorrillo" (1950), "Fuerte, audaz y valiente" (1960) e "El capitán Mantarraya" (1969). Também trabalhou em novelas como "Lupita" (exibida no Brasil pelo SBT em 1985).
Conheceu Roberto Gómez Bolaños em um filme, onde eles trabalharam juntos.
Ramón Valdez, o Seu Madruga Se fez mundialmente famoso trabalhando na série "El Chavo del Ocho" (nome original da série Chaves), onde interpretava o personagem Don Ramón (nome original do personagem Seu Madruga), com todo aquele seu carisma incomparável.
Ainda antes de participar do seriado Chaves, Ramón trabalhou em outras séries de Chespirito - sempre com atuações marcantes. Em "Los Supergenios de la Mesa Cuadrada", outra série criada por Chespirito, Ramón interpretou o personagem Don Juan Ramon Valdez.
O inesquecível vilão Racha Cuca, do humorístico Chapolin Colorado  
O inesquecível vilão Racha Cuca, do humorístico Chapolin Colorado  
Também teve participações marcantes no seriado Chapolin Colorado, onde interpretava, na maioria das vezes, os vilões da história. Alguns deles inesquecíveis, como é o caso dos personagens Tripa Seca, Racha Cuca e Pirata Alma Negra.
No ano de 1979, Ramón Valdez deixa o seriado Chaves para trabalhar com Carlos Villagrán, Quico, em um programa na Venezuela, que se chamou "Frederrico". O programas não teve grande êxito e, em 1981, ele volta a integrar o grupo de atores da série Chaves e, posteriormente, o programa “Chespirito”.
Em 9 de agosto de 1988, Ramón Gómez Valdez y Castillo veio a falecer, deixando aproximadamente dez filhos e milhões de fãs ao redor do mundo. A morte de Valdez se deve ao fumo em excesso, que ocasionou um câncer no pulmão, que se espalhou para o estômago, e veio a levar o inigualável Ramón Valdez a morte. Com certeza todos do elenco sentiram muito a perda do companheiro, mas talvez quem mais sofreu foi Angelines Fernández, a Dona Clotilde. No enterro, ela permaneceu cerca de duas horas de pé, junto ao caixão do saudoso Ramón. Os dois eram muito amigos. Em todo o velório, ela repetia aos prantos: "Mi rorro, mi rorro...".
Nos últimos anos de sua carreira, Valdez dedicou-se a viajar com seu circo por toda a República Mexicana.

ATENÇÃO GALERA, LOGO LOGO O VIDEO GAME DO JAIRAN VAI ESTAR FUNCIONANDO DE NOVO

AI GALERA,
LOGO LOGO O VIDEO GAME DO JAIRAN VAI ESTAR FUNCIONANDO NOVAMENTE, AGUARDEM QUE IREI COMUNICAR A TODOS.

Veja os apelidos dos jogadores da Seleção Brasileira

 
Queixada repõe a bola para Parangolé, este avança e encontra Alemão. O jogador faz o lançamento e acha Ronaldão livre, que tabela com Telhado de Quiosque e faz o gol para a Seleção Brasileira. Não, não se trata de um campeonato mundial de pelada. Os atletas em questão, por incrível que pareça, fazem parte do grupo que disputa a Copa América da Argentina pelo Brasil. Os codinomes citados são apenas os apelidos de alguns jogadores, criados, em sua maioria, do quarto 422 de Fred. No começo, o atacante até tentou esconder. "Antes da entrevista me pediram para eu não revelar e eu vou cumprir minha palavra", disse o jogador do Fluminense na primeira semana de treinos.
Porém, os próprios atletas, ao longo dos dias em que estão concentrados em Campana, na Argentina, durante os treinos e na internet, acabaram se entregando. Veja alguns dos exóticos apelidos criados:
Júlio César - Queixada, pois lembra Ademir Menezes, ex-Vasco
Daniel Alves - Parangolé, nome de um grupo baiano, estado de nascimento do jogador
Thiago Silva - Monstro, apelido que ganhou no tempo que jogava no Fluminense
Lucas Leiva - Alemão, pelas características físicas
Elias - Ezequiel, pelo fato de os dois terem jogado no Corinthians
Jadson - João Sorrisão
Ganso - Paulinho, o jogador do Santos faz o caminho contrário e é chamado pelo diminutivo do seu nome, Paulo Henrique
Alexandre Pato - Patinho
Neymar - o atacante tem dois apelidos por causa do seu cabelo: quando o moicano está em pé, Neymar é o Crista de Galo, mas quando a cabeleira abaixa, ele vira Telhado de Quiosque
Robinho - o jogador do Milan chegou à Copa América como Ronaldão, ex-São Paulo, mas e agora é chamado de Lázaro Ramos do Sertão, em alusão ao ator brasileir.