domingo, 6 de novembro de 2011

sexta-feira, 4 de novembro de 2011

Ricardo Pull volta a dirigir a Regional do Detran de Redenção


Em Redenção a briga acontece entre o PDT do deputado federal Giovanni Queiroz e o PSDB do governador Simão Jatene, que na região do sul do Pará, tem o médico e ex-prefeito de Conceição do Araguaia  Alberto Branco  como grande cacique do partido, acontece pela direção da Regional do Detran  que é considerada como de grande importância na região.
A queda de braço vem se estendendo desde do inicio do ano, onde as lideranças politicas dos dois partidos,  lutam para comandar  o Detran que é responsável pelo atendimento de quinze municípios da região sul do Pará.  
Na semana passada o diretor Ricardo Pull, do PDT,  que estava no cargo há mais de três anos, foi substituído por  Wilson Branco Filho, irmão do ex-prefeito Alberto Branco e presidente do PSDB de Conceição do Araguaia.
O novo diretor que foi recebido pelo diretor municipal Pedro Lima e demais servidores do órgão, nem chegou a esquentar a cadeira de diretor.
Na manhã desta quinta-feira (03), o ex-chefe Ricardo Pull, apareceu na Agencia de Redenção, mostrando uma portaria que lhe reconduzia ao  cargo  que ele ocupava desde do período do governo de Ana Julia.
Há grande expectativa é se o irmão do também cacique Alberto Branco, vai conseguir reverter a situação.   

Fonte: Blog do Dinho Santos

Racha com a Traffic pode até tirar Ronaldinho do Flamengo, diz jornal

Parceira do clube estaria insatisfeita com acordos comerciais feitos pelo Rubro-Negro

 Com salário atrasado em dois meses, Ronaldinho Gaúcho pode até deixar o Flamengo ao fim da temporada, noticia nesta sexta-feira o jornal ‘Lance!’. O motivo da possível saída seria a insatisfação da Traffic, parceira do clube, com a falta de rendimentos comerciais por meio da imagem do jogador.


Um dos episódios que teria irritado a Traffic, por exemplo, foi a forma como o acordo do patrocínio principal da camisa rubro-negra foi firmado. O Flamengo assinou com a Procter e Gamble sob intermédio da 9nine, empresa de marketing de Ronaldo Fenômeno, e a Traffic não lucrou.


Maurício de Souza, Ziraldo e Luxemburgo no evento do Flamengo com a Unicef (Foto: Richard Souza / GLOBOESPORTE.COM) 
Ronaldinho só apareceu em sua versão infantil


A empresa também não estaria feliz com o fato de Ronaldinho estar sendo pouco usado pelo clube em ações de marketing. Até a venda do atleta já teria sido cogitada para que o valor investido no meia fosse recuperado, hipótese descartada pelo Fla - já seriam R$ 10 de prejuízo à empresa. A Traffic teria sugerido romper o acordo, ameaça ignorada pelo time carioca.

Em entrevista à Rádio Estadão ESPN, nessa quinta-feira, o vice-diretor jurídico do clube, Rafael de Piro, disse esperar que a Traffic pague o que deve a Ronaldinho na próxima semana. O motivo do atraso seria a mudança de detalhes no contrato do jogador. De Piro garante que o Flamengo está em dia com suas obrigações junto ao meia.

Flamengo e Unicef (Fundo das Nações Unidas para a Infância) oficializaram, na manhã desta sexta-feira, na sede do clube, na Gávea, uma parceria sem fins lucrativos. O Rubro-Negro vai estampar em sua camisa a logomarca da instituição, visando a construir um projeto social de âmbito nacional e internacional de longo prazo.
Ronaldinho era aguardado, mas não compareceu. A única lembrança do jogador foi a entrada de um boneco do desenho de R10 criado por Mauricio de Sousa para quadrinhos. O craque será julgado nesta sexta-feira, no STJD, pela expulsão na partida contra o Ceará e pode ficar fora da reta final do Campeonato Brasileiro.
Segundo pessoas próximas, Ronaldinho só foi avisado do evento na véspera, quando o convite oficial da festa já previa sua presença. Não é a primeira vez que o Flamengo sente a falta de sua principal estrela em eventos oficiais. Os dois lançamentos de uniforme neste ano aconteceram sem o camisa 10. Assim como a apresentação da maquete das obras no Ninho do Urubu.
- Ronaldinho foi chamado, mas não tinha compromisso formal de vir. Seria bom. Os outros atletas (olímpicos) estão de férias. Ontem ele disse que ia tentar, mas que tinha um compromisso na escola do filho. A gente entende. O Cielo veio de São Paulo, está de férias, mas gostaríamos que o Ronaldinho viesse. Assim como Flamengo é Flamengo, Ronaldinho é Ronaldinho - lamentou Patricia Amorim.
Os atletas citados pela presidente, além de César Cielo, foram a ginasta Jade Barbosa, os irmãos Diego e Daniele Hypolito, e a remadora Fabiane Beltrame, entre outros menos famosos. Também estiveram presentes o técnico Vanderlei Luxemburgo, os escritores Mauricio de Sousa e Ziraldo, além do diretor executivo mundial do Unicef, Antony Lake, e da representante do Unicef do Brasil, Marie Pierre Poirer. Do futebol, além de Luxemburgo, as jovens promessas Adryan e Thomás também participaram da festa.
Patricia Amorim no evento do Flamengo com a Unicef (Foto: André Portugal / Vipcomm)Patricia e Antony Lake trocaram camisas com seus respectivos nomes

- Passaremos a adotar práticas sociais responsáveis que promovam o direito das crianças e dos adolescentes. Seremos parceiros em todas as ações no Brasil, na América Latina e em todas as partes do mundo onde se fizer necessário. Desejo que outros clubes assumam esse mesmo compromisso - disse Patricia Amorim, que garantiu a marca na camisa até o fim de seu mandato, em dezembro de 2012.
Diretor executivo mundial do Unicef, Antony Lake celebrou a parceria, elogiou a presidente Patricia Amorim pela incitativa e exaltou a grandeza do Flamengo e a importância da união das duas marcas. Ele entregou uma camisa 10 do Unicef com o nome da presidente do Flamengo nas costas e fez um outro agrado: em português, disse que é torcedor rubro-negro. Em troca, recebeu uma camisa do clube com seu nome.
- Eu sou Flamengo. Quero agradecer a Patricia Amorim por essa iniciativa visionária. Estou emocionado por estar na presença de tantos campeões, que serão novamente campeões nas Olimpíadas de 2016. Estou muito satisfeito de estar aqui para lançar a parceria entre Flamengo e Unicef. É uma parceria que envolve o poder, a energia e a alegria de um dos melhores clubes do mundo em prol das crianças. Juntos, o Flamengo e o Unicef não apenas promoverão os direitos das crianças e dos adolescentes no Brasil, mas em todos os lugares do mundo. Este é o melhor momento de fazermos isso. Os olhos do mundo estão sobre o Brasil, que se prepara para a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016.
Já no domingo, na partida contra o Cruzeiro, às 17h, no Engenhão, o Flamengo entrará em campo vestindo camisas com frases alusivas ao ECA (estatuto da criança e do adolescente). Cada jogador terá uma mensagem especial no uniforme. Os números terão traços infantis, desenhados por crianças selecionadas pelo Unicef. No momento da entrada em campo, todos estarão acompanhados de uma criança.
A parceria é baseada na adesão do Flamengo ao compromisso “Meu time é nota 10”, um conjunto de dez princípios relacionados à proteção e à promoção de direitos de crianças e adolescentes – atletas e não atletas – dentro e fora do clube.
A ideia do Flamengo, que não receberá dinheiro para estampar a logomarca da instituição, é construir um projeto social de âmbito nacional e internacional de longo prazo. Atualmente, Barcelona e Boca Júniors também levam a logomarca da instituição em suas camisas.

Ricardo Teixeira depõe na PF sobre propina na Fifa

O presidente da CBF e do COL (Comitê Organizador da Copa de 2014), Ricardo Teixeira, depôs na Polícia Federal sobre um suposto esquema de pagamento de propina a dirigentes da Fifa nos anos 90.

A investigação se baseia em denúncias feitas pela TV britânica BBC de que Teixeira e outros dois membros do Comitê Executivo da Fifa receberam propina da ISL, ex-parceira de marketing da entidade. delegado Victor Poubel não informou o teor do depoimento do cartola.

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Aos fãs de Tico Santa Cruz da Banda Detonautas (Assim como eu), Sua história...

Em 1977, nasceu na capital do Rio de Janeiro, Luiz Guilherme Fontenelle. Adolescente que gostava muito de internet, na época ainda internet discada, onde a única forma de se comunicar com outros internautas era somente por email e salas de bate-papos muito simples. Ele entrava nessas salas para poder encontrar jovens como ele para se montar uma banda de Rock. E assim foi, onde mais tarde os amigos internautas se tornaram Detonautas, tal qual hoje é conhecido como a banda formada na internet. O significado desse nome se originou por esse motivo, Detonautas significa Internautas Detonando.

 O vocalista da banda Guilherme Fontenelle e mais conhecido como Tico Santa Cruz, apelido de infância, é o líder da banda e sempre preocupou com a nação brasileira, com questões musicais, literários e políticos. Foi estudante de Ciências Sociais, Comunicação, Educação Física mas não concluído nenhum curso por conta da carreira musical. Com sua personalidade forte e bastante expressiva, o cidadão carioca repleto de tatuagens e pircings, se tornou um colunista do Jornal O Dia, onde publica seus artigos toda segunda-feira e também foi conhecido como Ativista Social, faz palestras, escolas e faculdades. Onde levam as crianças, adolescentes e jovens o poder da educação, leitura e justiça no país.
Sempre gostou de escrever, ele possui um blog, onde ultimamente foi polêmicos em seus posts falando sobre política e a MTV. Seu antigo blog
http://www.clubedainsonia.blogspot.com/ e recebeu um convite para participar com o Blog dos Famosos, seu blog atual WWW.bloglog.com.br/ticosantacruz


Hoje, 31 de Outubro, será realizado uma manifestação na cidade do Rio de Janeiro, cujo a causa é sobre a impunidade no país, por conta dessa liderança,ele é o único famoso a se encorajar dessa forma, ele foi ameaçado. Tico Santa Cruz, está sendo ameaçado se juntar aos cidadãos cariocas nessa manifestação se que iniciará na Cinelândia (Teatro Municipal) às 12 horas, horário de Brasilia. Por conta disso, ele tem muito apoio dos fãs do Detonautas, e também seus parceiros da banda estarão também presente.












Por: Jairan Ribeiro

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

MUITAS PESSOAS VISITAM CEMITÉRIOS EM REDENÇÃO


Nos últimos dias, o que vimos foi pessoas preparando os túmulos dos seus entes queridos para assim, poderem prestar homenagens e visitar seus parentes e amigos falecidos.
No cemitério antigo denominado São Geraldo, houve muito mais visitas, visto que é o mais antigo e tem mais pessoas sepultadas, a Prefeitura fez sua parte, fazendo a limpeza para que o ambiente tivesse mais acessível aos visitantes.
Já no cemitério novo denominado Jardim da Saudade, que fica localizado na saída do setor Frigorífico, o movimento também foi enorme. Orações, saudades, lembranças, foi assim o dia todo, pois cada pessoa ali visitava uma pessoa querida, e que por esse ente querido certamente guarda muito amor e muita saudade no coração.
No cemitério São Geraldo, o mais antigo, houve missa campal, a tarde, às 16 horas, haverá missa no cemitério Jardim da Saudade.

Vida e morte: lidando com o luto

Vida e morte: lidando com o luto




A morte está presente na vida de todos nós, para alguns mais cedo, para outros, de modo mais trágico, e para os privilegiados, de forma a corresponder com os grandes ciclos naturais da vida. Embora parte da vida, a morte é vista em nossa sociedade como algo a ser evitado, postergado, como se morrer fosse adversário do processo de viver.
Essa visão se baseia em três princípios. Primeiramente, quando se está na vida, é preciso encontrar forças para lutar por ela e a morte elimina qualquer possibilidade de continuidade dentro da mesma perspectiva de antes. Pode-se falar, é claro, da continuidade espiritual, da prevalência das memórias que mantêm viva uma pessoa que se foi. Mas o fato é que a morte interrompe um processo, modificando as possibilidades e os rumos dos envolvidos. Por isso, a batalha entre pulsão de vida e pulsão de morte, coloca muitas vezes as duas em extremidades opostas, apesar da morte estar contida na vida e esta naquela.
O segundo ponto que nos faz temer a morte é o que vem depois dela. De todas as transformações, a morte é a mais definitiva e profunda, arrebatando nosso ser para uma realidade completamente desconhecida. Se há vida depois da morte... eis uma questão de foro íntimo, uma questão de fé e de percepção de vida. Da perspectiva da Terra, pura e simples, o que há na morte é a saudade e o encerramento de uma história. Se esse encerramento é uma passagem para um mundo diferente do nosso, nem todos conseguem se agarrar a essa esperança.
E finalmente, o último elemento que nos faz ter repulsa à ideia da morte é a dor. Em qualquer língua, em qualquer época, em qualquer história, dor é dor, e requer muito treino, paciência e aceitação para se tornar construtiva em nossa trajetória. A dor é uma violência para a alma e nos tira do patamar de compreensão que tínhamos até então para nos lançar ao estado do limbo, no qual não se pertence a mundo nenhum, pois a conexão com a realidade fica frágil.
Processo de luto
Quando se perde alguém violentamente, de modo repentino ou inesperado, quem fica permanece nesse limbo por um tempo indeterminado. É comum pessoas em processo de luto por morte abrupta serem tomadas por um estado de catatonia, semelhante a um morto-vivo, ou a um robô, que passa a agir no "piloto-automático", sem domínio ou vontade de controlar suas ações. Uma parte continua vivendo, pois entende ser necessário, mas a outra não está lá. A alma fica dividida e constantemente, o enlutado sente que morreu também e que sua história nunca mais será a mesma.
De fato, nunca mais será, pois a morte marca a alma. Entretanto, estamos na vida para sermos transformados a partir das experiência que o acaso (será?) nos propõe. A superação só se dá a partir de um longo processo e ela não significa esquecer, fingir que não aconteceu ou ainda não sentir dor quando lembrar. Superar significa apenas aceitar e continuar.
Mas como aceitar algo que não faz sentido? Algo que não vem com avisos, que não parece ter um por quê dentro da lógica do merecimento? Como aceitar a morte de alguém bom, que tinha uma vida enorme pela frente? E que o destino levou em segundos, sem nos ter orientado para aquele momento? Como continuar sem ter mais vontade de viver, sem ter um sentido que nos norteie?
Da dor à aceitação
Podemos tomar como exemplo o caso recente do filho de Cissa Guimarães, de 18 anos, levado pelas circunstâncias de modo violento. Uma reação bastante comum inicial seria a de procurar culpados, alguém em quem se possa descarregar a dor. O fato é que isso, além de gerar novas dores, não traz a pessoa de volta. Alguns dizem que buscar justiça traz alívio. Entretanto, no caso de acidentes e não de crimes intencionais, culpabilizar alguém só agrava a situação.
Há fases no processo de aceitação de morte. A estudiosa Elizabeth Kluber-Ross, autora de vários livros sobre o tema, alerta que em geral, diante da morte qualquer ser humano passa por cinco estágios: negação, raiva, barganha, depressão e aceitação. Esses estágios não necessariamente são subsequentes, podendo estar misturados e serem vividos ao mesmo tempo.
Negar é não poder ver e usar recursos para afastar a realidade que dói. Entre esses recursos temos uma infinidade de ações: acreditar que o morto ainda voltará, manter todos os objetos dele intactos, como se estivessem à espera do falecido, ou ainda negar a dor da situação, indo se divertir de modo desproporcional ao que o momento pediria, ou entregando-se a algum vício...
Ter raiva é querer culpar alguém. É procurar um responsável pela dor. Ter raiva é pensar que poderia ter sido diferente se o fulano não tivesse errado nisso, se o médico tivesse tentado aquilo, se a pessoa que ficou tivesse chegado minutos antes... A raiva não permite encarar o processo como algo que fugiu do controle, querendo devolver aos mortais o domínio do destino. A raiva é necessária para descarregar, mas é um esforço quase vão que nos liga ao passado.
Barganhar é tentar negociar com o destino. Fazer magia, fazer promessa, buscar psicografia. Esses recursos são importantes, mas ainda demonstram uma ligação com um passado que não se quer deixar ir. Ouvir uma palavra psicografada nãodeve ser um recurso proveniente de uma busca desesperada por contato, mas sim, algo que espontaneamente surge, se for essa a crença de quem fica.
A depressão é o último estágio antes da aceitação e não é por acaso. Quem se deprime está mais perto de ver as coisas como elas são e ver a devastação que a morte causou. O perigo desse estágio é o tempo de permanência. A depressão é a maior ladra da vida e por isso deve ser combatida quando o tempo é superior a seis meses e a intensidade tira o enlutado das atividades que o ligam à vida (trabalho, convívio familiar, convívio social, saúde, fé no futuro).
Finalmente, a aceitação é o processo que nos torna capazes de ver, tocar, falar sobre a morte e ao mesmo tempo, deixá-la ir para onde tiver que ir, longe de nossos domínios, de nosso controle racional. Deixar ir não significa esquecer, tampouco não sofrer nunca mais. Deixar ir é fazer as pazes com o tempo, com novas chances para quem ficou, com a única certeza de que absolutamente tudo muda e que é preciso se transformar junto com a vida e com a morte.